sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Sombras em CSS3 - CSS3 shadow

O novo CSS, denominado CSS3, possui estilos para dar solução para problemas que antes exigiam o software Photoshop, baixando a velocidade de construção dos sites.

Vejam como é simples fazer sombras agora:

<html>
<head>
<title>Sombra em CSS</title>
<style>
H1 {
font-size:72px;
color:crimson;
font-family:Arial;
}
</style>
</head>
<body>
<H1 style="text-shadow: #B00 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #A00 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #900 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #800 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #700 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #600 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #500 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #400 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #300 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #200 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
<H1 style="text-shadow: #100 4px 6px 4px;">Sombreado</H1>
</body>
</html>

E o produto:



terça-feira, 5 de julho de 2016

Arranjos em Javascript - Tutorial definitivo - (Javascript Arrays)

Este artigo é direcionado a exemplos, pois a Internet tem muita falação e pouca prática, levando os programadores e até analistas a conclusões e usos errados dos Arrays.

Arrays

Formato de dados mais estruturado e de mais fácil acesso iterativo para linguagens.

Arrays no formato de objeto

Como a maior parte dos programadores não aceita mais os Arrays no formato de índice, e sim no formato factível de ser acessado por propriedades, este será o nosso primeiro exemplo.

var a_AMOSTRA =  {
'Caso 01': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':48},
'Caso 02': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':28, 'area':46},
'Caso 03': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':45},
'Caso 04': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':31, 'area':45},
'Caso 05': {'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':64},
'Caso 06': {'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':61}
};

Observe:

  1. Os delimitadores de Array e de itens são chaves "{" e "}";
  2. As referências aos itens estão nas tags entre apóstrofos (exemplo 'Caso 01');
  3. As referências aos atributos (ou propriedades, quando se fala em objetos) estão entre apóstrofos;
  4. Não se utiliza a instanciação ( var ___ = new Array ___ );  
Estes itens é que provocam a maior parte das confusões em torno de Arrays em Javascript.

Como se referir aos itens do Array em formato Objeto ?

alert(a_AMOSTRA['Caso 01']['area']);

ou

document.write(a_AMOSTRA['Caso 01']['area']);

As 'tags' são colocadas explicitamente dentro dos colchetes.

Como percorrer os itens do Array em formato Objeto ?

for( caso in oArranjo ){
var arr =oArranjo[caso];
for( item in arr ){
document.write(item+"-"+arr[item]+"&nbsp;");
}
document.write("<br>");
}

Um erro muito comum é achar que o item enumerado guarda o conteúdo. Isto é um engano. Ele é apenas um índice a ser colocado no interior dos colchetes ("[" e "]").

Arrays no formato Objeto sem tags

Apenas para obedecer os requisitos de sintaxe, utilizamos qualquer coisa para nos referirmos aos itens:

var a_SAMPLE =  {
a:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':48},
b:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':28, 'area':46},
c:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':45},
d:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':31, 'area':45},
e:{'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':64},
f:{'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':61}
};

As tags a, b, c, d, e e f não precisam estar definidas como variáveis em lugar nenhum do fonte.

Para se referir a um item e percorrer o Array, valem as mesmas providências utilizadas no formato Objeto anterior.

Arrays no formato Objeto com tags indiretas

  var p = 'pessoas';
var d = 'dias';
var t = 'temperatura';
var a = 'area';

var a_TAG =  {
a:{p:3, d:5, t:24, a:24},
b:{p:3, d:5, t:28, a:26},
c:{p:3, d:5, t:30, a:25},
d:{p:3, d:5, t:31, a:25},
e:{p:6, d:5, t:24, a:32},
f:{p:6, d:5, t:30, a:30}
};

As variáveis definidas antes do Array não tem associação direta com o Array em sua definição. Apenas servirão a um artifício para referência aos itens, sem perder seu significado.

Percorrendo o Array com tags indiretas

for( caso in oArranjo ){
var arr =oArranjo[caso];
for( item in arr ){
document.write(eval(item)+"-"+arr[item]+"&nbsp;");
}
document.write("<br>");
}

Nesta enumeração, repare a instrução:

document.write(eval(item)+"-"+arr[item]+"&nbsp;");

A desvantagem deste formato é a de não permitir o acesso a um item específico. Portanto, só deve ser usado quando esta necessidade não existir. Um dos casos é quando se quer utilizar o formato objeto, mas apenas para acesso global aos itens, como no caso de seleção por algumas propriedades.

Formato de Array padrão (não objeto)

É feito utilizando-se os colchetes "[" e "]":

var a_PADRAO =  [
[3, 5, 24, 24],
[3, 5, 28, 26],
[3, 5, 30, 25],
[3, 5, 31, 25],
[6, 5, 24,32],
[6, 5, 30,30]
];

É o mais simples. As strings (entre apóstrofos) podem ser utilizadas como conteúdos.

Percorrendo o Array Padrão

for( caso in oArranjo ){
var arr =oArranjo[caso];
for( item in arr ){
document.write(item+"-"+arr[item]+"&nbsp;");
}
document.write("<br>");
}

Você deve estar se perguntando como se pode percorrer um Array padrão com as mesmas instruções utilizadas para Arrays no formato objeto.

Tal coisa se dá pelo fato de internamente ambos terem o armazenamento de uma forma que permite a recuperação dos valores por iteração.

Fonte completo do Exemplo

<html>
<head>
<script type="text/javascript">
// Definição de Array no formato objeto com "tags" explícitas
var a_AMOSTRA =  {
'Caso 01': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':48},
'Caso 02': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':28, 'area':46},
'Caso 03': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':45},
'Caso 04': {'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':31, 'area':45},
'Caso 05': {'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':64},
'Caso 06': {'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':61}
};
// Definição usando referências sem tags
var a_SAMPLE =  {
a:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':48},
b:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':28, 'area':46},
c:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':45},
d:{'pessoas':3, 'dias':5, 'temperatura':31, 'area':45},
e:{'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':24, 'area':64},
f:{'pessoas':6, 'dias':5, 'temperatura':30, 'area':61}
};
// Definição usando tags indiretas
var p = 'pessoas';
var d = 'dias';
var t = 'temperatura';
var a = 'area';
var a_TAG =  {
a:{p:3, d:5, t:24, a:24},
b:{p:3, d:5, t:28, a:26},
c:{p:3, d:5, t:30, a:25},
d:{p:3, d:5, t:31, a:25},
e:{p:6, d:5, t:24, a:32},
f:{p:6, d:5, t:30, a:30}
};
var a_PADRAO =  [
[3, 5, 24, 24],
[3, 5, 28, 26],
[3, 5, 30, 25],
[3, 5, 31, 25],
[6, 5, 24,32],
[6, 5, 30,30]
];
// Exibe um item específico
alert('Amostra:'+a_AMOSTRA['Caso 01']['area']);
alert('Tag:'+a_TAG[2][a]);
// Rastreia os itens e mostra o parâmetro area
for( caso in a_AMOSTRA ){
alert(a_AMOSTRA[caso]['area']);
}
// Rastreia os itens e mostra os subítens
function showInputLayer(oArranjo){
for( caso in oArranjo ){
var arr =oArranjo[caso];
for( item in arr ){
document.write(item+"-"+arr[item]+"&nbsp;");
}
document.write("<br>");
}
}
// Rastreia os itens e mostra os subítens com as tags indexadas
function showInputLayer1(oArranjo){
for( caso in oArranjo ){
var arr =oArranjo[caso];
for( item in arr ){
document.write(eval(item)+"-"+arr[item]+"&nbsp;");
}
document.write("<br>");
}
}
document.write('<h4>Array no formato objeto com "tags" explícitas</h4>');
showInputLayer(a_AMOSTRA);
document.write('<h4>Array no formato objeto sem "tags" explícitas</h4>');
showInputLayer(a_SAMPLE);
document.write('<h4>Array no formato objeto com "tags" indiretas</h4>');
showInputLayer1(a_TAG);
document.write('<h4>Array no formato padrão</h4>');
showInputLayer(a_PADRAO);

</script>
</head>
<body>
</body>
</html>

Conclusão

Façam bom proveito




sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Menus HTML5 usando apenas CSS3 - Ativando links

Existe um problema com o foco para o link nos menus exclusivamente em CSS3, pois os estilos que ativam os blocos também os desativam quando se vai clicar nos links.

Ao declararmos o estilo:

#menu li ul {display:none;}

Ocorre algo esperado e algo indesejável também. Os submenus ficam fechados (esperado). Ao clicarmos em "Menu 1", ou "Menu 2", etc, os submenus são abertos, devido ao estilo:

#menu li:focus ul {display:block;}

Isto também é esperado, aliás, obrigatório. Mas quando clicamos em uma das opções do submenu, como "1.1", ou "1.2", por exemplo, como o "UL" do submenu perde o foco, ele fecha o submenu antes que o link possa ser ativado.

Como resolver isto ?

O exemplo a seguir resolve este problema com ":active":

<style>
#menu li ul {display:none;}
#menu li ul:active {display:block;}
#menu li ul:active li {display:block;}
#menu li:focus ul {display:block;}
#menu li ul li a {display:block;}
</style>
<ul id="menu">
<li tabindex="1">Menu 1
<ul>
<li tabindex="11"><a href="http://www.copasa.com.br" target="_blank">1.1</a></li>
<li tabindex="12"><a href="http://www.google.com" target="_blank">1.2</a></li>
<li tabindex="13"><a href="http://www.baixaki.com.br" target="_blank">1.3</a></li>
</ul>
</li>
<li tabindex="2">Menu 2
<ul>
<li>2.1</li>
<li>2.2</li>
<li>2.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="3">Menu 3
<ul>
<li>3.1</li>
<li>3.2</li>
<li>3.3</li>
</ul>
</li>
</ul>

Informamos ao interpretador de páginas que enquanto o grupo "UL" do submenu estiver ativo (ou seja, qualquer de seus elementos, seja UL, seja LI, estiver em foco) ele deverá ficar aberto.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Menus HTML5 usando CSS3 e jquery - vários níveis

O post anterior tratava de menus HTML5 usando apenas CSS3.

Neste post vamos mostrar como se faz um menu de mais níveis utilizando jquery.

Por que o jquery é necessário ? Porque o CSS3 ainda não dispõe de uma opção :parent.

Modelo:

<head>
<style>
#menu li ul {display:none;}
#menu li ul:active {display:block;}
#menu li:focus ul {display:block;}
#menu li ul li ul {display:none;}
#menu li:focus ul li ul {display:none;}
#menu li ul li:focus ul{display:block;}
</style>
<script type="text/javascript" src="jquery-1.9.1.js"></script>
<script type="text/javascript">
function confPai(filho){
$( filho ).parent().css( "display", "block" );
}
$( document ).ready(function() {
   console.log( "ready!" );
   $("#menu li ul li").bind("click",function(){
confPai(this);
});
});
</script>
</head>
<ul id="menu">
<li tabindex="0">Menu 1
<ul>
<li tabindex="01">1.1
<ul>
<li>1.1.1</li>
<li>1.1.2</li>
<li>1.1.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="02">1.2
<ul>
<li>1.2.1</li>
<li>1.2.2</li>
<li>1.2.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="03">1.3
<ul>
<li>1.3.1</li>
<li>1.3.2</li>
<li>1.3.3</li>
</ul>
</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="1">Menu 2
<ul>
<li tabindex="11">2.1
<ul>
<li>2.1.1</li>
<li>2.1.2</li>
<li>2.1.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="12">2.2
<ul>
<li>2.2.1</li>
<li>2.2.2</li>
<li>2.2.3</li>
</ul>
</li>
<li>2.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="2">Menu 3
<ul>
<li>3.1</li>
<li>3.2</li>
<li>3.3</li>
</ul>
</li>
</ul>

Menus HTML5 usando apenas CSS3

Passou o tempo em que ficávamos "garimpando" códigos Javascript para fazer menus aplicáveis às páginas de Internet. Surgiu o CSS3.

Aqui está o modelo de uma página bem simples com um menu utilizando tags UL/LI e o mínimo de estilo CSS3:

<style>
#menu li ul {display:none;}
#menu li:focus ul {display:block;}
</style>
<ul id="menu">
<li tabindex="0">Menu 1
<ul>
<li>1.1</li>
<li>1.2</li>
<li>1.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="1">Menu 2
<ul>
<li>2.1</li>
<li>2.2</li>
<li>2.3</li>
</ul>
</li>
<li tabindex="2">Menu 3
<ul>
<li>3.1</li>
<li>3.2</li>
<li>3.3</li>
</ul>
</li>
</ul>

A primeira linha de estilo (na tag style) torna invisíveis todos os conteúdos que atendam à hierarquia de UL precedido por um LI a partir da tag cujo id seja "menu". Isto significa que os blocos internos das opções de primeiro nível da hierarquia UL/LI iniciarão no estado de ocultos (display:none).

A segunda linha de estilo (na tag style) é que define o principal comportamento deste menu UL/LI. Apesar do evento mencionado ser "focus", o menu vai apresentar um comportamento no momento em que o botão do mouse for pressionado sobre o nível hierárquico LI, porém somente naqueles níveis em que exista o atributo "tabindex". Isto se explica pelo fato de que o click de mouse dirige o foco para a LI selecionada.

Experimente trocar o conteúdo da tag style por:

<style>
#menu li ul {display:none;}
#menu li:hover ul {display:block;}
</style>

Desta forma, bastará apenas passar o ponteiro do mouse sobre o primeiro nível de uma tag LI (que possui o atributo tabindex) para que seu bloco correspondente apareça.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Corrigindo erros ASP.NET no IIS 7

Muitas vezes ocorrem erros inexplicáveis em scripts ASP.NET copiadas da Internet, e que sabemos estarem 100 % corretas. O que pode estar acontecendo ?

A resposta está no famigerado .NET. Uma framework cujos problemas se comparam aos der compatibilidade de bibliotecas Linux do passado. As versões em conflito produzem esta enorme dor de cabeça.

Por exemplo, você executa uma script que veio de um Visual Studio, e o que acontece ?
Veja abaixo:


O que fazer ? Basta ativar o comando "cmd.exe" do bom e velho DOS, nop C:\Windows\System32, tomando o cuidado de ativar com o botâo direito do mouse, escolhendo a opção "Executar como Administrador", e fazer como mostrado a seguir:


Esta sequência instala o dot.Net 4.0 na infra-estrutura do IIS.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Mau Uso de Redes Sociais - Trabalho - Desenvolvimento Cognitivo e Piaget

As Redes Sociais se constituem em uma ferramenta poderosa de troca de informações. O grande benefício é percebido pelas empresas, particularmente as fornecedoras de serviços, setor conhecido como de "utilities". Alguns exemplos são os concessionários de Energia Elétrica, Água, Telefonia. Também as agências do governo se beneficiam deste meio.

O Brasil é um dos países com o maior número de usuáriios deste tipo de recurso. Mas a preparação social destes usuários não é condizente com o nível tecnológico da ferramenta. Após alguns casos de intimidação e até planejamento de prática de crimes graves, estas Redes Sociais passaram a celebrar acordos de monitoramento. Inevitável, mau uso igual a monitoramento. Traficantes de drogas, quadrilhas de assalto a banco, traficantes de armas (chegando ao ponto de exibirem portfólios) e terroristas viram diante de si um paraíso, mas as autoridades tomaram medidas rapidamente.

O leitor pode conferir na Internet os vídeos demonstrando isto claramente (Google = "facebook esta sendo monitorado").

Perfis

Tanto o Google+ quanto o Facebook possuem perfis seguros. Porém, seguro para profissionais de TI (Tecnologia em Informação) é algo utópico. Partindo do princípio que a informação precisa trafegar pela rede, não existe proteção 100%.

O usuário desavisado, escondido atrás de um teclado, relaxa excessivamente confiando nesta segurança para exercitar seus dons de "Super Homem enrustido". Cria-se perfis com nomes ridículos como "soqueropinar", "Sem Nome", "SouAteu", "souateuedai", "blackwarrior", "donodaverdade", etc.

O perfil pode ter relativa segurança, mas inevitavelmente as referências de nome e comentário acabam indo parar em resultados de pesquisa, principalmente os do Blogger, Youtube e outros serviços Google. Para se ter uma ideia, turmas de Faculdade inteiras conseguem ser levantadas pelos nomes previsíveis, e os emails acabam aparecendo. O nome de uma pessoa, que tenha usado a Internet, acaba aparecendo pelos menos três vezes em resultados das pesquisas Google.

No entanto, para sua prova de tendências e reforço de perfil, use o seu nome próprio, para poder provar que os comentários emitidos são de sua propriedade intelectual, tomando o cuidado de acionar a segurança necessária da rede que estiver usando. Assim você poderá apresentar provas de que seu conteúdo é realmente oriundo de sua mente.

Referências

Colocando-sos pseudônimos de usuários (aqueles que aparecem nas respostas) no Google ou Facebook, pelo menos uma pista inicial o pesquisador obtém. E com programas especiais, pois, como dissemos, a informação tem que trafegar, consegue-se mais. Não daremos detalhes.

Comportamento

Mas não é preciso invadir nenhum Perfil, pois a própria palavra sugere comportamento. E comportamento individual é inerente ao ser humano.

Ao responder, o indivíduo coloca uma "Digital Verbal" no que escreve. Até esquizofrênicos podem responder o mesmo forum com duas identidades, cada uma para um comportamento. Mas dependendo do dia e dos fatores de oscilação da personalidade, ele deixará as duas digitais no mesmo texto de comentário.

A tecnologia dos chamados Compiladores e Interpretadores (transformam o texto da linguagem de programação de Computadores em linguagem de processador), analisa a sequência e a lógica das frases do Programa Computacional. E esta técnica JÁ É USADA PARA MINERAÇÃO DE DADOS.

Existem analisadores de perfis que encontram publicações de um determinado usuário. Um deles é o Big Data da IBM, capaz de fazer um rastreamento preciso e é utilizada para negócios. Mas existem ferramentas mais baratas.

Espionagem

Os usuários curiosos entram em discussão muitas vezes para tentar achar alguém que lhes interesse, através das fotos, vídeos e comentários, não para discutir o assunto, mas com o propósito de encontros.

Recomenda-se proteger ao máximo o perfil e não deixar fotos e vídeos públicos.

Mineração de Dados

Este procedimento consiste em analisar e classificar textos que contêm conhecimento, e extrair deles não só o conhecimento como reconhecer também o estilo e a "digital verbal" nele impressa. Hoje, TODO o conhecimento contido na Internet interessa.

Então o leitor vai argumentar queexistem textos e comentários absolutamente idiotas na Internet, verdadeiros entulhos. ERRADO. Para os psicólogos, qualquer manifestação da pessoa é útil. Quando falamos dos outros estamos falando sobre nós mesmos. Estes textos se prestam à detecção de Sofismas e técnicas ingênuas de convencimento. Certas expressões deste tipo são muito comuns, como:

" ... você deveria se informar mais sobre ..."

" ... isto não aconteceu desta foma ... "

" ... falou, falou e não disse nada ... "

" ... vá estudar mais o assunto... "

" ... acho que você deveria rever seus conceitos ... "

"Li mas está confuso."

" ... eu entendi. E você entendeu ? ... "

"Ridículo"

"Patético"

Estas são algumas das frases lapidares para tentar, inutilmente, desqualificar comentaristas. Mas o estudo do que acompanha este comentário já estará classificado como relacionado a esta Digital Verbal.

As ordens de sujeito e verbo, uso do "que", do "lhe", de abreviaturas "vc", "pq", bem como a posição e frequência das risadas ("rs" e "kkk") são todos parâmetros para análise comportamental. E quanto maior o número de comentários da pessoa, melhor.

Perfil cognitivo do comentarista

Qualquer linha de investigação pode levar ao perfil cognitivo do comentarista. Mesmo que ele tente omitir preposições ou abreviar palavras, ele precisa se fazer entender, do contrário os respondentes vão cobrar com crueldade a sua expressão compreensível.

O primeiro parâmetro cognitivo é a Expressão Concreta. O que é isto ? Expressão Concreta é colocar um argumento de interpretação ao "pé da letra", sem fazer a colocação no contexto. Um dos exemplos é inverter todo um raciocínio e afirmar que ele é falso pois a negação também é falsa. Outro exemplo é a negação por exclusão de conjuntos. Por exemplo, alguém afirma que "os alemães são o povo eleito de Deus". Então alguém se levanta indignado e pergunta: "quer dizer que eu não sou nada ?"

É preciso analisar contexto, e não fazer estas INVERSÕES AUTOMÁTICAS que não são necessariamente verdadeiras.

Existe a "lógica permanentemente defensiva". Por exemplo: "uma pessoa letrada compreende isto". Imediatamente um protesta: "Quer dizer que eu sou uma ignorante ?"

Mas do que se trata isto ? Onde estamos querendo chegar. Pense em uma empresa contratando uma pessoa cujo aparelhamento cognitivo reage desta forma. Ela será o estopim de vários conflitos no trabalho. E isto é uma coisa indesejável, pois as empresas já tem grandes problemas trabalhistas.

Piaget e o Estágio Formal

Nesta avaliação cognitiva entram os conhecimentos teóricos de Piaget comprovados após 70 anos de pesquisas e avaliações.

Para compreender o discurso, e estabelecer o diálogo, o ser humano precisa se valer de seus potenciais cognitivos, tendo-os desenvolvido nos momentos certos da vida, para não ter um prejuízo permanente para a vida inteira.

Esta capacidade tem que ter sido desenvolvida a contento entre 11 e 16 anos e corresponde às operações formais. Mas este intervalo de idade é um dos que mais se caracteriza pela preguiça e pela rebeldia do ser humano. Nos tempos de hoje, a educação anda muito frouxa, e os diálogos em redes sociais não proporcionam crescimento neste sentido, já que o material a ser interpretado deveria ser algum preparado por pessoas que (1) já tivessem superado este período e (2) tivessem obtido resultados razoáveis com textos maduros.

Neste estágio de operações formais, o adolescente precisa lidar com raciocínios abstratos. Os resultados escolares com a matemática se compõem em um indicador de êxito do aluno em ter atingido um bom estágio cognitivo, pois esta ciência exige muito desta característica. Mas não é só a matemática que pode ser utilizada como parâmetro. É preciso verificar se o indivíduo se interessa pelo raciocínio hipotético-dedutivo aplicável à política, religião, filosofia e ética.

Se o indivíduo estiver em um contexto social que desvalorize estes campos do conhecimento, ou os mesmos estejam sofrendo descrédito, ou existam outras distrações mais atrativas que o estudo, seu desenvolvimento poderá ser prejudicado. A situação de corrupção geral no Brasil desestimula fortemente o interesse dos alunos por estes campos. O excesso de distrações também, como videogames, celular e a própria rede social, infelizmente.

A Operação Formal ultrapassa a proposição de Falso e Verdadeiro, e experimenta várias proposições hipotéticas, analisando se as combinações entre elas produzem contextos falsos ou verdadeiros.

É isto que deve ser observado nos comentários feitos pelos debatedores nos foruns. Sua capacidade de fazer proposições com combinações de assertivas, e não dizer que algo é verdadeiro ou falso sem combinações (portanto envolvendo pelo menos 3 argumentos).

Proposições concretas versus metáforas

Algo de extremamente grave está ocorrendo com os nossos jovens. Eles estão pensando de forma concreta, como se ainda estivessem "congelados"  no período correspondente às idades de 7 a 12 anos.

Por exemplo, a frase "e proclamaram Jesus o Rei de Israel" já foi interpretada por jovens leitores como correspondente a algo falso, pois na lista de reis de Israel não consta o nome de nenhum Jesus. Ou seja, eles não colocaram no contexto uma proposição da espécie "Jesus era encarado como Rei". O mesmo se aplica a "José é o rei do pingue-pongue". Se o estudante não entender a metáfora Rei = o melhor em, ele estacionou no período concreto.

Colaboração e desenvolvimento

O desenvolvimento das operações formais (11-16 anos) envolve a colaboração. O jovem precisa participar de grupos de discussão e obter pareceres e soluções colaborativas, daí a necessidade de trabalhar em grupo. Ele traz seus conhecimentos prévios, mas não deve afirmá-los como verdadeiros ou falsos, e sim obter uma "sentença de julgamento" junto aos demais.

Mas este comportamento não corresponde ao observado. A tônica é a colocação de verdades absolutas, e à menor discordância, o conflito, em 84 % dos casos. O jovem entre 24 e 32 anos age desta forma. Os comportamentos agressivos são frequentes e descambam para ofensas.

A compreensão dos textos

Uma das possíveis causas da agressividade é a dificuldade de compreensão provocada pela dificuldade de leitura. Qualquer texto mais longo causa irritabilidade, não pelo seu tamanho, mas pela dificuldade de achar A IDEIA CENTRAL. Irritado, o leitor procura a primeira ideia "frágil" do texto e se concentra nela, para não ter que demandar esforço e procurar aquilo que é a real intenção de quem escreveu o comentário.

Vinte e cinco porcento dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos NÃO ENTENDEM O QUE LEEM. E o problema está aumentando onde nunca poderia aumentar: nas Universidades. Este problema está diretamente associado à falta de leitura.

Recrutamento e Seleção de Pessoal

Nem que seja como um subsídio de entrevistas, a participação em Redes Sociais já se constitui em parâmetro de avaliação. A primeira pergunta de um entrevistador hoje em dia é:

"Você participa de redes sociais ?"

Dado que o futuro empregado vai utilizar a ferramenta de compartilhamento social na empresa, a pergunta tem muito fundamento. Além do que um sociopata não gosta de relacionmento com as outras pessoas.

Daí a importância de se construir uma reputação de respeito na Internet. Antes de uma seleção para emprego, enquanto se está vivendo no gozo do "eu sozinho", tudo pode. Mas quando a empresa descobre que aquele candidato tem uma postura agressiva em Redes, a coisa muda. A empresa que levantou os dados não vai dizer que o reprovou por este motivo, mas apenas vai dizer ao candidato:

 "você não tem o perfil necessário para trabalhar aqui"

Principalmente esta geração, que aos 8 anos já começa a usar Redes Sociais, a quantidade de informações existente passa a ser gigantesca, mesmo em se falando de uma só pessoa. Por isto, é preciso ter cuidado.

Informações de graça

No âmbito da Gestão de Conhecimento, uma empresa pode levantar a condição do concorrente em pouco tempo, vendo as reclamações que constam contra esta última na Internet. E elas não precisam pagar nada por esta informação, é só acessar a Internet com o nome da concorrente.

Pega-se as informações e passa-se as mesmas em analisadores de textos. Depois é só direcionar os filtros para os conceitos desejados, e extrai-se o conhecimento que aflora igual Petróleo desta enorme massa de saber. E, como dissemos, até os sofismas e mentiras são úteis. Informação é dinheiro.

O mau vendedor de si próprio

Suponhamos que você seja um escritor. Acabado o seu trabalho, você procura um editor para publicar a sua obra. Este pede informações sobre sua atuação na Internet, se utilizou conhecimento de terceiros e seu nome para acessar seu perfil, além de um tempo para dar a resposta sobre a possibilidade de publicar seu trabalho.

Ele pede a um especialista para dar uma varrida nas suas tendências, além de verificar os conceitos e citações de efeito do seu trabalho, tudo para evitar a promoção de plágio. Então, este editor recebe um parecer que mostra aquelas participações reprováveis em fóruns, ou "furto" de ideias dos outros (falta de citação de fontes). Como resultado, ele devolve o trabalho com um não.

Outras coisas podem acontecer, como ele perguntar, como "o perfil XXX é seu também ?" .

Seja um bom vendedor de sua própria imagem, pois mesmo o vendedor de "piranhas" para cabelo um dia vai precisar de uma loja virtual.

Assuntos religiosos

Este é o tipo de assunto que mais mostra a flexibilidade do ser humano em aceitar o espiritual, e o que provoca reações mais agressivas. Os fóruns ao seu respeito são extremamente úteis na coleta de perfis dos agressivos, radicais e extremistas. A receptividade ao divino e ao invisível dmonstra a propensão para a criatividade crescente. Pessoas com crenças, seja Budismo, Hinduismo, Cristianismo, Judaísmo e Espiritismo terão uma maior resiliência no trabalho, mais respeito pelas autoridades, bem como previsibilidade de comportamento, pelo menos na maior parte do tempo (pois existem cndições extremas). É melhor um pouco competente controlável do que um gênio imprevisível, que vá comprometer a empresa ou a marca, ou trazer complicações trabalhistas.

Bloqueio

A Google, mediante denúncia, disponível em todos os seus aplicativos, pode bloquear o usuário e, apoiada no número de telefone e padrão de comentários, bloquear a criação de novos usuários pela pessoa.

Comentários de natureza sexual são guardados para atender aos interesses de agências de segurança, para detectar pedófilos e pervertidos sexuais.

Faça o teste

Escolha a identidade de alguém na Internet, e tente achar os fóruns que esta pessoa participou. Você vai ficar surpreso com o padrão e si mesmo que a pessoa produziu em sua atividade cibernética.

Recomendações

Portanto, tome cuidado ao falar demais e proferir ofensas, rir e até dissimular seu comportamento, pois as ferramentas de "Mineração de Dados" estão cada vez melhores. O Google que o diga.

Cuidado, já existem firmas especializadas em minerar estes dados, e não adianta apagar suas conversas um dia antes da entrevista. O olho delas se volta principalmente para agressivos e para aqueles que estão dispostos a propagar seu próprio conhecimento de boa vontade.

Seja esperto e venda uma boa imagem de si mesmo.
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Fontes:
O PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO DAS OPERAÇÕES FORMAIS NA PERSPECTIVA PIAGETIANA: ASPECTOS MENTAIS, SOCIAIS E ESTRUTURA - Cláudia Brandelero e Antônio Rocha
O Mundo da Criança - 11.ed.: Da Infância à Adolescência - Diane E. Papalia,Sally Wendkos Olds,Ruth Duskin Feldman
Compilação de fóruns de Youtube e Blogs (blogger Google)
Pesquisa InPress (Porter/Novelli) de uso de Redes Sociais
Alfabetismo Funcional - Instituto Paulo Montenegro