sexta-feira, 16 de março de 2012

Configurando CGI no servidor Quick n Easy

A configuração de servidores Web para executar CGIs é um trabalho aborrecido, pois os produtores deste segmento de software se preocupam com tecnologias muito novas, e se esquecem do tão útil, consagrado, eficiente e seguro CGI (se for bem feito, e se estiver atrás de um Firewall bom).

É preciso entrar no software gerenciador e acessar a opção de menu e depois a aba de CGI:


Se não for possível ler os parâmetros, vamos repetí-los aqui:

Extension: exe

Interpreter: C:\Windows\system\cmd.exe /c

Experimente agora executar CGIs.

Lazarus Pascal - Criando componentes - II

No post anterior ( Lazarus Pascal - Criando componentes - II ) discutimos o protótipo da classe TGeraHtml. Agora falta realmente colocar funcionalidades nesta classe que será um componente.

Vamos criar duas variáveis PRIVADAS (private) que armazenarão o texto de HTML gerado em duas formas:


  • A forma de lista de strings;
  • A forma de texto inteiro (uma só string);


Estas variáveis são FHTMLDoc (formato de lista de strings) e FHTMLText (uma só string inteiriça). Para seguir o padrão do Lazarus usamos a letra "F" antecedendo os nomes das variáveis privadas.

E na seção Published da classe definimos a propriedade DocumentoHtml com o tipo TStringList, que lê ou devolve o parâmetro FHTMLDoc.

O pacote para o componente

Vamos então criar um pacote para este componente:


É mostrada uma tela de diálogo onde colocamos a unidade do componente (UComponente_GeraHtml.pas) através do botão Add:


Pressione o botão Compile e depois Install (1a. vez) ou Use => Install (2a. vez em diante).

Após o Install, se tudo der certo, o Lazarus vai reiniciar.

Coloque este componente em um formulário, e observe o Object Inspector:


Observe que apenas pela declaração de uma propriedade TStringList (DocumentoHtml) já aparece o botão que aciona o editor de código. No entanto, ele ainda não é operacional pelo fato de necessitar de acréscimos para funcionar.

O construtor da classe

Os métodos e propriedades funcionais aparecem no Object Inspector, mas para que funcionem corretamente, é preciso que o componente tenha um construtor. Deixamos de colocá-lo para mostrar a sua necessidade:



No construtor é preciso declarar a herança do construtor da classe imediatamente superior (TComponent) expresso na variável AOwner de chamada. Repare que no construtor fizemos a inicialização do campo de tipo TStringList, pois isto é necessário para que se consiga invocar o editor de código ao se pressionar o botão "..." ao lado do campo. Recompilamos o pacote e instalamos.

Quando clicamos no botão "...'" aparece o Editor abaixo:


Erros

No entanto, você vai obter erros para acessar este editor e até para gravar algum formulário com este componente incorporado. Apesar da propriedade DocumentoHtml ser do tipo TStringList, vamos optar pelo tipo TStrings e fazer a sua atribuição no construtor por um método acessor considerando sim o tipo como TStringList. Portanto, devemos proceder às seguintes alterações:



Caso a visibilidade desta imagem não o satisfaça, vamos enumerar o que fizemos:


  • A variável FHTMLDoc, que armazena o valor da propriedade DocumentoHtml, foi declarada como TStrings;
  • Declaramos um método acessor (procedure setHtmlDoc) que envia um valor do tipo TStrings;
  • Modificamos o tipo da propriedade DocumentoHtml para TStrings;
  • Colocamos o método acessor para ajustar a propriedade DocumentoHtml;
  • No construtor, criamos a variável que armazena a propriedadeDocumentoHtml como TStringList, apesar de ela ser do tipo TStrings;
  • No método acessor, utilizamos a procedure Assign do tipo TStrings;


Desta forma, o componente não mais dá o erro de Access violation até para salvar um formulário onde foi colocado este componente.







quinta-feira, 15 de março de 2012

Lazarus Pascal - Criando componentes - I

Sem enrolação, vamos explicar detalhadamente a criação de componentes no novo e excelente Lazarus Pascal (0.9.30.2).

Unit

O componente é baseado numa Unit. Como até esta versão do Lazarus não temos uma template de componente, teremos que:

Criar uma nova Unit (File => New Unit) e através do Project Inspector tirá-la do projeto.

Este é o corpo default de uma unit:


Vamos compor uma classe que será INCORPORADA à paleta de componentes do Lazarus para uso posterior. Ela será algo útil como um gerador de códigos HTML. Na maior parte de seus métodos obteremos como resultado (retorno de função) código HTML gerado.

A classe

Os componentes são expressos em forma de classes Pascal que se conectam ao framework do Lazarus para poderem ser incluídos em formulários Lazarus.

O nome de nossa classe será TGeraHtml. Desta forma, seu protótipo dentro de uma Unit Lazarus. Desta forma, o protótipo de nossa classe será:

O nome da classe leva a letra "T" antes do nome para ficar dentro do padrão Lazarus. O componente é uma extensão da classe TComponent (é óbvio). O protótipo de TComponent já carrega consigo uma série de interfaces que o tornam adequado a ser incluído em um formulário.

Procedimento de registro

Para ser incorporado à paleta de componentes do Lazarus, o componente precisa ter um método de registro na paleta, dando a forma final do protótipo de componentes do Lazarus Pascal.


Repare que salvamos a Unit com um nome sugestivo, e que por isto o Lazarus altera seu nome na cláusula Unit.

Este é o protótipo básico do componente.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

CGI - Erro de ODBC 126 no Microsoft Access Driver

Programando em CGI no Sistema Windows Seven, e não podendo escolher o IIS (o Express e o Cassini não executam CGI), fizemos a opção pelo Tomcat. Tendo que usar o Microsoft Access devido aos custos com exportação de dados e conversão de tipos para o Mysql em aplicações legadas, optamos pelo servidor Tomcat 7. O Tomcat é mais compatível com a arquitetura CGI e ainda roda servlets JSP.

Diante de todos estes fatores, o acesso aos dados por ODBC tornou-se o mais viável. Mas ao tentar este acesso, o browser informou que não era possível acessar o ODBC via MIcrosoft Access Driver devido ao erro de sistema 126.

Em sistemas Microsoft isto é muito comum, pois cada atualização joga DLLs sobre as já existentes, provocando conflitos entre número de parâmetros e seus tipos de dados. E isto ocorre com o pacote de objetos que contém o ODBC. Com isto, a biblioteca odbcjt32.dll pode se tornar incompatível com o sistema da máquina (pasmem).

Resolvendo o problema no Windows XP e Seven

Vamos resolver o problema de forma que possa ser aplicado ao Windows XP e Seven.


    Como o Seven não vai deixar (em alguns casos) você copiar a biblioteca odbcjt32.dll para o C:\Windows\System32, crie um diretório C:\Meusystem com os arquivos:

     msjter40.dll
     odbcjt32.dll
     odbcji32.dll

Tire as bibliotecas odbcji32.dll e  msjter40.dll do C:\Windows\System32.
   
 No registro do Windows, na chave ODBCINST.INI, altere os parâmetros Driver e Setup do Microsoft Access Driver para este PATH (C:\Meusystem ):






segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Lazarus Object Pascal - Programando em CGI

CGI é uma antiga forma de programar não proprietária em sua infra-estrutura, como é o ISAPI da Microsoft.

Vamos a algumas particularidades da programação em CGI que o tornam mais conveniente que o ISAPI em determinadas situações.

O ISAPI precisa ser preparado a base de objetos, forma de concepção de programação que exige planejamento anterior. Após o planejamento de métodos e propriedades que o objeto vai ter, é preciso utilizar ferramentas Microsoft de construção e dominar terminologias de construção que mudam de ano para ano e que provocam o advento de ferramentas cada vez mais complexas.

Se você desejar fazer uma aplicação simples de banco de dados e desejar ler um banco de dados em um arquivo TXT com uma certa estrutura, ou um XML, vai ter que dominar os aborrecidíssimos e instáveis objetos Microsoft, e que são portas para invasão, devido à não checagem de invasão de áreas de memória.

O Lazarus Pascal

O Lazarus Pascal, clone quase idêntico 100 % ao Delphi, possui componentes e capacidades já bem construídos em função das numerosas inconsistências do seu semelhante. Instale os dois pacotes do diretório:

<Diretório de Instalação>\Lazarus\Components\fpweb

Os pacotes a serem instalados são (nesta ordem):

weblaz.lpk
lazwebextra.lpk

Utilize a opção do menu:

Package => Open Package file (lpk)

Compile e Instale ambos, NA ORDEM QUE RECOMENDAMOS.

Se tudo correr bem, o Lazarus vai reiniciar.

Primeira versão - Utilizando o objeto TCustomCGIApplication


Inicie um novo projeto do tipo console.

program project1;

{$mode objfpc}{$H+}

uses
  Classes, SysUtils, httpDefs, custcgi, custweb
  { you can add units after this };
Type

    TMyCGIApp = Class(TCustomCGIApplication)
    Protected
      function InitializeWebHandler: TWebHandler; override;
    end;
      TMyCGIHandler = class(TCGIHandler)
       public
         procedure HandleRequest(ARequest: TRequest; AResponse: TResponse); override;
       end;

{$R *.res}
Procedure TMyCGIHandler.HandleRequest(ARequest : Trequest; AResponse : TResponse);
begin

AResponse.Content := '<H1>Hello</H1>';
end;

function TMyCGIApp.InitializeWebHandler: TWebHandler;
begin
   Result := TMyCGIHandler.Create(self);
end;

begin
   With TMyCGIApp.Create(Nil) do
     try
       Initialize;
       Run;
     finally
       Free;
     end;
end.


Segunda versão - Usando fpweb e o WebModule

Utilize a opção de novo projeto do tipo CGI Application.

A unit gerada nem precisará ser mexida:


unit Unit1;

{$mode objfpc}{$H+}

interface

uses
  Classes, SysUtils, FileUtil, HTTPDefs, websession, fpHTTP, fpWeb, fphtml;

type

  { TFPWebModule1 }

  TFPWebModule1 = class(TFPWebModule)
    HTMLProducer1: THTMLEntityProducer;
  private
    { private declarations }
  public
    { public declarations }
  end;

var
  FPWebModule1: TFPWebModule1;

implementation

{$R *.lfm}

initialization
  RegisterHTTPModule('TFPWebModule1', TFPWebModule1);
end.  

A única alteração virá como resultado da colocação de um componente THTMLEntityProducer da paleta fpweb.

Selecione o WebModule, e clique em sua propriedade Actions (que inicia com o valor 0 items). Aparece uma caixa de diálogo, onde você deverá pressionar o botão Add. Clicando na nova ação (action) aparecem as suas propriedades no Object Inspector. Clique então em Contents e coloque um trecho de HTML como abaixo:


<H1>HTMLEntityProducer</H1>
<P>Action 1</P>

Coloque o valor True na propriedade Default.

Compile e coloque o executável em um diretório com autorização de execução de cgis em um servidor web. Se você executar este programa pelo Lazarus, ele mostrará a mensagem:

Project <nome do projeto> raised Exception Class 'Exception' with message:
No REQUEST_METHOD passed from server.

Os fóruns de discussão da Internet não foram capazes de esclarecer os usuários do Lazarus de forma correta a respeito deste erro e nem do uso correto dos componentes fpweb. Foi preciso um enorme esforço para descobrir estas informações, sem documentação. Por isso estamos colocando esta ajuda para os "abandonados pelos técnicos".

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Instalação do IISExpress

Entre os diversos servidores Web "thin" para a plataforma Windows está o IISExpress.

É um produto desenvolvido sobre o framework .NET 4.0 (dotnet 4.0) capaz de executar ASP e ASP.NET necessário para pequenos testes com o protocolo HTTP. Junto com ele vem um gerenciador de extensões para instalação dos produtos "derivados" (Web Plataform Installer), como o Visual Studio 2010 SP1, Microsoft SQL Server Data Tools, Application Request Routing 2.5 e outros.

Ele funciona maravilhosamente bem no Windows 7 professional (a versão 7 não tem nada a ver com o a marca Windows Seven).

É dificílimo achar o IISExpress, pois os blogueiros comentam, comentam e não dizem onde baixar, então colocamos aqui um link para o usuário:


Ele funciona na porta HTTP 8080.

Baixe também o gerenciador de extensões WPIlauncher para obter as extensões desejadas (não é obrigatório):

Executando o IISexpress

Após instalado, podemos fazer um atalho e executar o programa em:

C:\Program Files\IIS Express

ou

C:\Arquivos de Programas\IIS Express

O executável é:

iisexpress.exe

Ao executarmos o programa, aparece uma janela do console:


A porta de execução é realmente 8080. Execute o seguinte endereço no browser:


O site fica no caminho:

C:\Users\usuario\Documents\My Web Sites\WebSite1

Bom trabalho.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Servlet completo de leitura de tabela MSAccess - JSP

Como prometido, a seguir a listagem explicada do servlet J2EE para leitura de registros de uma tabela em um banco MSAccess. Ao final, basta unir os trechos em fonte de cor vermelha para obter a script. Os parâmetros a serem substituídos estão sublinhados (PRESTE BASTANTE ATENÇÃO).

Definição de pacote

package TesteServlet.servlets;

Esta declaração produz uma árvore hierarquica dentro da Workspace de um projeto, por exemplo, feito no Eclipse:


O diretório src é dos fontes (source) em java. TesteServlet é o nome do pacote, e servlets é como um grupo de assunto dentro dele. Sugerimos até que você utilize esta conveção para os servlets. TesteServlet pode ser substituído por um nome que lembre a finalidade de seu pacote de classes.

Importação de Bibliotecas

import java.io.IOException;
import java.io.PrintWriter;
import java.sql.Connection;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.ResultSet;
import java.sql.Statement;


import javax.servlet.ServletException;
import javax.servlet.http.HttpServlet;
import javax.servlet.http.HttpServletRequest;
import javax.servlet.http.HttpServletResponse;

O primeiro bloco contém as bibliotecas java cuja responsabilidade é gerenciar as entradas e saídas (java.io) e as consultas e atualizações de bancos de dados (java.sql). O segundo bloco traz as rotinas responsáveis pela característica de servlet de nossas classes.

Estes blocos poderiam ser declarados como:

import java.io.*;
java.sql.*;
javax.servlet.*;

No entanto, muitas rotinas seriam incorporadas sem necessidade.

Corpo do Servlet

Vamos dar o esquema do servlet que vamos apresentar, e posteriormente o método que é o coração do processo.


/**
 * Servlet implementation class LeTabela
 */
public class LeTabela extends HttpServlet {
      private static final long serialVersionUID = 1L;
     
    /**
     * @see HttpServlet#HttpServlet()
     */
    public LeTabela() {
        super();
        // TODO Auto-generated constructor stub
    }

/**
* @see HttpServlet#doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response)
*/
protected void doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException, IOException {
// TODO Auto-generated method stub
               // Posteriormente vamos dar o conteúdo deste método - LOCAL DO CÓDIGO
}

/**
* @see HttpServlet#doPost(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response)
*/
protected void doPost(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException, IOException {
// TODO Auto-generated method stub
}

}


Nesta classe (LeTabela - que extende HttpServlet ) são declarados 3 métodos:


  • Construtor LeTabela público (se não for público, a classe não pode ser instanciada);
  • Método doGet;
  • Método doPost;


Os dois últimos métodos se confundem com o próprio "espírito HTTP". No browser estamos sempre enviando parâmetros (via formulário), ou seja, POST, ou recebendo parâmetros (via análise da requisição), ou seja, GET.

Em nosso caso, executaremos o método GET (doGet) do servlet, ou seja, chamado o servlet, ele dispara este método.

Detalhamento do método doGet


protected void doGet(HttpServletRequest request, HttpServletResponse response) throws ServletException, IOException {
// TODO Auto-generated method stub
Connection  conn;
Statement stmt;
ResultSet rs;
String S = "";
response.setContentType("text/html");
PrintWriter out = response.getWriter();

try {


   Class.forName("sun.jdbc.odbc.JdbcOdbcDriver");
   // URL da conexão 
                   conn = DriverManager.getConnection("jdbc:odbc:Driver={Microsoft Access Driver (*.mdb)};DBQ=//SERVIDOR/compartilhamento/Nome do banco.mdb");
   stmt = conn.createStatement();
   rs = stmt.executeQuery("SELECT * FROM Nome da Tabela");
   while(rs.next()){ 
    String fname=rs.getString("Nome do Campo"); 
    S += "&bull;"+fname+"<BR>";
    }
   rs.close();
   stmt.close();
   conn.close() ;




   } catch (Exception e) {
           System.out.println(e.toString());
   }
out.println(S+"<BR>");
}

A tentativa de estabelecimento de conexão com um banco de dados e a sua manipulação deve estar dentro de um bloco de tratamento de POSSÍVEIS exceções ( try { ... } catch ( ...) { ... }. Por esta razão, declaramos as variáveis necessárias fora deste bloco, para que sejam acessíveis de qualquer lugar dentro do método, pois o bloco try ... catch PROTEGE AS VARIÁVEIS LOCAIS A ELE. Por exemplo, se você declarar a variável S dentro deste bloco, o comando final (out.println) não a conhecerá.

Abertura da conexão

Como explicado no post Conexão JDBC com banco MSAccess, a conexão é feita pelas instruções:

Class.forName("sun.jdbc.odbc.JdbcOdbcDriver");
    conn = DriverManager.getConnection("jdbc:odbc:Driver={Microsoft Access Driver (*.mdb)};DBQ=//<servidor>/<compartilhamento>/<Nome do mdb>.mdb");

Aqui usamos a pior condição, ou seja, o banco Access em um outro servidor. Mas a forma recomendada é colocar o banco no servidor Web e fazer a conexão pelo nome do ODBC. A melhor prática, frisamos, é ter as scripts e banco de dados no mesmo servidor acessado pelos clientes. Se você não confia na segurança de seu servidor, coloque um outro na DMZ (zona protegida por um roteador) da qual ele faz parte, para que não possa ser devassado caso o servidor Web seja invadido.

Acesso através da linguagem SQL

    stmt = conn.createStatement();
    rs = stmt.executeQuery("SELECT * FROM Nome da Tabela");

Na frase do executeQuery podem ser colocadas cláusulas WHERE (condicionais) ou ORDER BY (ordenação). Mas hoje, com bibliotecas que ordenam as tabelas HTML resultantes de pesquisa, esta ordenação deve ser feita no cliente, economizando recursos do servidor de banco de dados.

Listando os registros de forma bem básica

    while(rs.next()){ 
     String fname=rs.getString("Nome do Campo"); 
     S += "&bull;"+fname+"<BR>";
     }

Um simples loop while resolve a situação. Cada valor de campo é extraído por um tipo de instrução get da interface Java Resultset:



 Tipo de Dado Instrução 
 Blob (Memo)  getBlob()
 Data  getDate()
 Inteiro  getInt()
 String  getString()


Em nosso exemplo simplificamos tudo para a forma String.

Lembre-se que para a exibição num resultado do tipo HTML ou XHTML, o valor terá que ser convertido para o modo string, para ser concatenado com as tags.

Fechando os objetos

Ao final de seu uso, os objetos devem ser fechados, para a boa integridade da pilha de objetos da máquina virtual Java.


   rs.close();
   stmt.close();
   conn.close() ;

Armadilha da exceção do bloco try ... catch


   } catch (Exception e) {
           System.out.println(e.toString());
   }

Este catch se presta a capturar quaisquer outras exceções que não as ServletException, IOException.

Final


out.println(S+"<BR>");
} // Fecha o método

Esta instrução out.println exibe o resultado de tudo o que foi armazenado na variável S durante o loop. Se nada foi lido, pelo fato do SQL não ter achado nada, será exibido um vazio.